Traumas: Como influem na programação existencial?
O trauma é definido como um choque violento desencadeado por perturbações diversas, sejam estas de origem física, emocional ou mental. No contexto dessa discussão, destacamos o trauma ressomático que pode ser intensificado por patologias prévias mentaissomáticas, psicossomáticas e energossomáticas.
O ato de nascer, por si só, é gerador de desconforto, já que a consciência ressomada precisa passar por um processo de readaptação biológica ao assumir um novo soma, possibilitando-lhe o veículo para a sua manifestação e o convívio intrafísico. O primeiro grande trauma que o bebê sofre é ao sair do útero materno, ambiente confortável e aquecido, para ser confrontado com o ambiente externo.
Não há dúvidas que a experiência evolutiva que antecede o renascimento é condição fundamental para a superação do evento traumático. Compreende-se, a partir disso, que consciências advindas de ambientes extrafísicos paratroposféricos apresentam, muitas vezes, dificuldade de adaptação à intrafisicalidade graças ao baixo nível de lucidez evolutiva, acentuada pelo restringimento consciencial da nova ressoma.
Deste modo, os conteúdos referentes aos traumas de retrovidas e os autotrafores se expressam facilmente nos seus veículos de manifestação, já que não há um esforço cosmoético aplicado ao apuro consciencial. Tais ideias patológicas, ainda formadas sob o molde do cérebro reptliano, poderiam ser combatidas com menor dificuldade se vivêssemos em um modelo de sociedade intrafísica ideal, à semelhança de comunidades extrafísicas mais evoluídas e compostas por seres humanos exemplaristas.
Sabemos que ainda não vivemos em modelo ideal de socin. Por esse motivo, enfrentamos um período de transição, no qual a intervenção de seres mais evoluídos se faz necessária. Com o intuito de acelerar a evolução da humanidade, a estratégia adotada serve ao propósito de deslocar grupos de consciências provenientes de ambientes energeticamente entrópicos para a ressoma ou a recuperação em comunidades assistencias extrafísicas.
Entende-se, portanto, o motivo pelo qual a ressoma representa um choque consciencial para milhares de consciências acostumadas a viverem na condição, em muitos casos, de parapsicóticos pós-dessomáticos. O corpo físico, assim como as suas funções fisiológicas, podem lhes gerar um notável estranhamento e, por vezes, nos primeiros anos após a ressoma, podem ser encontradas dificuldades relacionadas à alimentação, ao ciclo sono-vigília, a circulação sistêmica, bem como as suas funções orgânicas, em geral.
As consréus, carentes de comprometimento com objetivos interassistenciais, vinculam-se, muitas vezes, ao mimetismo evolutivo, reproduzindo ações que se fizeram presentes no curso de vidas pretéritas, dentre as quais: o comportamento belicista, a incitação ao crime e o incentivo de desordens sociais. Em contrapartida, as conscins intermissivistas e os praticantes de ações pró-evolutivas estão sujeitos, naturalmente, a reavivarem eventos traumáticos, contudo dispõem de recursos mentaissomáticos investidos na superação dos fatores estressores.
A revivescência de traumas do passado e do presente estão disponíveis à todas as consciências, mas nem todos conseguem acessá-la através da sua holomemória. Portanto, o investimento no desenvolvimento parapsíquico e na autopesquisa diligente são condições essenciais para a evolutividade humana, pois a falta desses atributos poderá contribuir para o robotismo existencial e para o estudo superficial da intraconsciencialidade. A recuperabilidade de cons servirá, desta forma, de guia para o enfrentamento de retrotraumas que ressoam na vida presente como travões evolutivos, como também para a definição de novos rumos proexológicos e, por consequência, para a execução do completismo existencial.


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